A RockWeb

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domingo, 8 de novembro de 2009

One More Calling

O clássico álbum “London Calling” do grupo britânico de punk rock The Clash será relançado no dia 14 de dezembro, desta vez sob o título “30th Anniversary Legacy Edition”. Ainda não há detalhes sobre os formatos disponíveis, mas é esperado um pacote de CD e DVD.
Em 2004 o Clash lançou a edição comemorativa dos 25 anos de “London Calling”, que continha gravações raras e um DVD com videoclipes e os bastidores da gravação do disco.
Recentemente, o vocalista Mick Jones e o baterista Topper Headon voltaram aos estúdios após 27 anos desde o fim da banda para gravar uma versão da música "Jail Guitar Doors", de 1979, para um projeto de reabilitação de detentos no Reino Unido que leva o mesmo nome da canção.
“London Calling” vendeu mais de 2 milhões de cópias pelo mundo. A capa original do disco foi baseada na arte do primeiro álbum de Elvis Presley (veja abaixo), e traz na foto o baixista do Clash, Paul Simonon, quebrando seu baixo Fender no palco do The Palladium, em Nova Iorque. A foto, tirada por Pennie Smith, foi eleita em 2002 pela Q Magazine como a melhor foto de rock’n’roll de todos os tempos.

Fonte: CifraClub News

sábado, 19 de setembro de 2009

Turnê Black Ice em números



- O jejum de apresentações do AC/DC durou 5 anos e foi quebrado em 26 de outubro de 2008

- Black Ice World Tour já vendeu quase 2 milhões de ingressos no mundo

- O palco possui 78m de comprimento e 21m de profundidade

- Uma locomotiva de seis toneladas e que se movimenta faz parte da cenografia

- Serão utilizadas 55 carretas para transportar toda a estrutura do show

- O público estimado para a apresentação no Brasil é de 65 mil pessoas

- A turnê ganhou o prêmio de maior turnê do ano na 20th Annual Pollstar Concert Industry Awards, evento organizado pela principal publicação mundial do mercado de shows

- Black Ice foi o primeiro trabalho inédito do AC/DC em oito anos

- O álbum entrou para a história ao ocupar o primeiro lugar nas paradas, logo após seu lançamento, em 29 países

- Black Ice vendeu 43 milhões e recebeu disco de Ouro no Brasil, Polônia e Holanda. O trabalho também recebeu disco Multi Platinum em 18 países e disco de platina em outros cinco.

- A venda de 12 milhões de cópias em 2008 transformou o AC/DC no artista de maior vendagem em 2008, ultrapassando os Bealtles. Black Ice foi responsável por 6,5 milhões de cópias e os demais trabalhos por 5,5 milhões.



quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Confirmado o primeiro show da turnê "Black Ice" no Brasil


Depois de muita especulação sobre a provável data do show de São Paulo - até então o único confirmado no Brasil - o site oficial da banda AC/DC divulgou a tão esperada data: 27 de Novembro no estádio do Morumbi.
Será a terceira vez que o AC/DC vem ao Brasil. A primeira foi no Rock in Rio de 1985. O grupo voltou em 1996, na turnê do álbum Ballbreaker. Desta vez o quinteto austaliano vem divulgar o "Black Ice", primeiro disco que Brian Johnson (vocais), Angus Young (guitarra solo), Malcolm Young (guitarra base), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria) lançam desde 2000.
Essa turnê conta com um aparato tão grande que são necessárias 55 carretas para transportar o montante que inclui uma locomotiva de seis toneladas. Segundo os organizadores, a apresentação do AC/DC terá uma estrutura maior do que a da cantora Madonna quando veio ao país, em dezembro passado e a estimativa de público é de 65.000 pessoas.

domingo, 13 de setembro de 2009

Jerry Lee Lewis se apresentará em Belo Horizonte

A produtora Top Link Music confirmou mais um show do pianista norte-americano Jerry Lee Lewis no Brasil. A Lenda viva do rock se apresentará no Music Hall, em Belo Horizonte e tocará um set list com todos os seus grandes clássicos, como "Crazy Arms", "End of the Road" , "It'll Be Me" , "Whole Lotta Shakin' Going On" , "Great Balls of Fire", entre outras.


Show Jerry Lee Lewis
Data: 20 de setembro
Local: Music Hall
Endereço: Av. Contorno, 3239 - Santa Efigênia - Belo Horizonte -Minas Gerais
20 de Setembro, Domingo
Abertura da casa - 19h

Ingressos

Pista
R$ 100,00 Inteira
R$ 50,00 Meia entrada

Camarote
R$ 140,00 Inteira
R$ 70,00 Meia entrada

Mesa 1º Piso
R$160,00 (Valor individual)

Censura
18 Anos( Menor somente acompanhado dos pais)

Venda de Ingressos*

- Bilheterias do Music Hall, de segunda à sábado, das 12h às 20h.
- Livraria Leitura BH Shopping e Loja 27C no Shopping 5a Avenida,
- Pelo site www.ingressorapido.com.br, telefone 31 4003-1212

*consultar taxa de conveniência nos pontos de venda da ingresso rápido


Meia-Entrada

De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência - será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.


Informações - www.musichallbh.com.br

Fonte: Agenda Brasil

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Woodstock completa 40 anos de paz, amor e rock neste sábado

A utopia hippie, ao tornar-se quarentona junto com Woodstock, celebra seu renascimento circular. Durante as décadas de 80 e 90, o "bicho-grilismo" encenado pelos hippies de Woodstock era uma coisa a se evitar. Nos anos 00, virou estilo e meta a ser perseguida. Hoje em dia, olhando algumas bandas de rock como Magic Numbers e Kings of Leon, com suas barbinhas e batinhas e roupinhas sujinhas, parece que não se passou nem um dia sequer.

Parece insano discutir hoje o mérito musical de Woodstock, quando na verdade o festival detonou principalmente uma revolução comportamental. Mas o fato é que algumas performances foram muito mais importantes do que outras - a Sony Music relançou esta semana no Brasil as performances integrais de Janis Joplin, Johnny Winter, Santana, Jefferson Airplane e Sly and the Family Stone. É material essencial para entender o que se passou do ponto de vista artístico naquele marco dos anos 60.

O cantor, violonista, guitarrista e compositor Richie Havens abriu o festival por conta da própria natureza improvisada da festa. Ele lembra que não estava escalado para ser o primeiro a subir naquele palco (seria o quinto, na verdade), mas foi içado pela organização para cantar porque os outros que cantariam estavam presos no imenso congestionamento que se formou na estrada - esperavam 70 mil pessoas, apareceram 400 mil, o que levou o município a pensar em decretar estado de calamidade pública.

"Eram 5 da tarde e nada ainda estava acontecendo", contou Havens anteontem. "Mas eles tiveram de me colocar em primeiro. Eu me senti tipo ‘eles vão me matar se eu subir ao palco primeiro, dá um tempo, preciso daquelas quatro atrações antes de mim para esquentar a plateia’. "Mas não teve jeito. As pessoas foram bacanas. Eu deveria cantar por 40 minutos, o que fiz, mas ali do lado do palco eles diziam: ‘Richie, mais quatro canções?’ Eu cantava e já ia sair e eles diziam: ‘Richie, mais quatro canções?’ E eu continuei tocando por duas horas e 45 minutos, depois que já tinha cantado todas as canções que sabiam." Entre essas canções, estava Freedom, que foi apresentada no documentário de 1970 sobre o festival, ganhador de um Oscar.

Havens, que está atualmente em turnê promovendo seu disco de 2008, Nobody Left to Crown, disse o seguinte esta semana, falando à Reuters: "Todos os tipos de música subiram ao palco naqueles três dias, e todos eles tinham o senso do que era necessário - e do que ainda é necessário em termos de informação para atravessar as barreiras e continuar em frente."

De fato, a música era diversificada, com uma predominância do blues rock e do folk, que eram os gêneros "jovens" da época. Mas houve também a novidade, começando com a fabulosa apresentação de um jovem guitarrista mexicano da Bay Area, Carlos Santana, que ganhou apenas US$ 1,5 mil para tocar e se apresentou no dia 16. As 8 músicas que Santana tocou estavam impregnadas de um latin rock fundido com blues, uma força instrumental turbinada por congas, bateria, baixo e percussão.

Quarenta anos depois, ainda é difícil entender o poder daquela versão que Santana apresentou de Soul Sacrifice. Ao contrário de Hendrix, a outra força motriz do festival, Santana esmerava-se na busca de um acento latino, polirítmico, específico e étnico para sua guitarra. Filho de um músico mariachi de Navarro, no México, o guitarrista inventava um novo léxico.

Outra notável performance foi a do fantástico grupo de black music Sly & The Family Stone, que tocou 9 canções na jornada. Formado por Sylvester ‘Sly Stone’ Stewart e seus brothers Vaetta, Freddie e Rose Stone, mais Gregg Errico (bateria), Jerry Martini (sax), Cynthia Robinson (trompete e vocais), Larry Graham (baixo), o grupo tinha lançado em maio daquele ano o disco Stand!, a mais bem acabada síntese de funk, soul, gospel, psicodelia e rock - e ativismo, com faixas como Don’t Call me Nigger, Whitey.

Janis Joplin, que morreria de forma trágica no dia 4 de outubro de 1970, estava se desvencilhando de sua banda Big Brother and The Holding Company e iniciando a mais curta (e impactante) carreira-solo do rock internacional. Que o digam Joss Stone e Cássia Eller, discípulas diretas da texana.

Dois anos antes, ela cantava folk e blues em bares de São Francisco e Venice Beach, na Califórnia. Em 1966, voltou a Austin para cantar numa banda de country, mas um empresário a convenceu a montar uma banda. Assim, juntou-se à mitológica Big Brother and the Holding Company, que tinha recém-abandonado nas vésperas de Woodstock.

Janis cantou 10 músicas no festival, no dia 17 de agosto de 1969. Quando ela empunhou Ball and Chain, de Big Mama Thornton, encerrando seu show, estava patente que ali não se apresentava uma artista comum, mas alguém destinada a reescrever a história da música popular, embora de forma tão precária.

Do mundo psicodélico, houve uma baixa importante - o Greateful Dead teve sua apresentação maculada por problemas técnicos. Mas o Jefferson Airplane fez bem sua parte, misturando peças viajandonas conhecidas, como White Rabbitt, com outras do disco que lançariam em seguida, como Volunteers, Eskimo Blue Day e Wooden Ships.

Um ano depois daquela loucura, banhos pelados debaixo da chuva, balés e meditação para Sol e Lua no mato, Jimi Hendrix morreria em Londres. Woodstock teve outras edições, como a violenta farra de 1999. Na época, o baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea, disse ao Estado que chorou ao ter notícia, ainda nos bastidores, de ocorrências de abuso sexual e violência generalizada entre o público. Durante os momentos de mosh do show do Limp Bizkit, houve uma sessão de quebradeira e saques promovida por uma juventude vitaminada, cheia de sucrilhos e de classe média. Os tempos mudaram, definitivamente.

Fonte: O Estadão


terça-feira, 11 de agosto de 2009

Nova Banda: Chickenfoot

Alguns dos maiores nomes do rock se uniram para formar um novo supergrupo e deram o nome de Chickenfoot (literalmente, Pé de Galinha), que admitem ser "bobo".
Embora o nome possa não ser do agrado de todos, os veteranos do Van Halen Sammy Hagar e Michael Anthony, o baterista Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers, e o guitarrista Joe Satriani subiram nas paradas americanas com seu álbum de estreia, intitulado "Chickenfoot", este mês.
"Nós nos chamamos Chickenfoot como brincadeira, as pessoas começaram a curtir, então Chad falou 'vamos criar uma banda de verdade'", contou Hagar durante entrevista animada com a banda em Londres, onde o grupo se apresentou em uma turnê europeia.
"Joe tinha uma banda chamada The Squares. De repente, Chickenfoot nos pareceu um ótimo nome", brincou Hagar.
Ele e Anthony costumavam fazer jam sessions juntos no clube de Hagar no México, e, quando Smith se juntou a eles, tudo se encaixou. Smith, que ainda toca com os Chili Peppers, sugeriu que formassem um grupo, e Satriani foi convidado para ser a última peça do quebra-cabeças.
Os quatro membros do Chickenfoot, somados, já venderam dezenas de milhões de discos e se apresentaram em milhares de shows ao longo dos anos, mas o entusiasmo juvenil de sua aventura mais recente vem do fato de estarem recomeçando outra vez.
"Apesar de todos já termos nomes conhecidos e termos tocado em outras bandas, somos uma banda nova", disse Hagar à Reuters.
O baixista Michael Anthony disse que não gosta do termo "supergrupo."
"Quando ouço o termo supergrupo, penso em alguma coisa pré-fabricada. Se a química não existe, vocês podem ser os melhores músicos do mundo, mas a coisa não sairá como isto vem saindo."
"Este grupo nasceu da amizade entre nós. Nesse sentido, foi algo mais orgânico."
A banda fez uma série de apresentações pequenas nos EUA antes de voar à Europa em turnê. No final de setembro, voltará à América do Norte para encerrar esse período de viagem.
"Somos uma banda nova, e quando você é uma banda nova, precisa apresentar-se em clubes e tocar para seus fãs", disse Smith. "Não estamos tocando coisas do Van Halen, do Joe ou dos Chili Peppers - estamos tocando Chickenfoot."
O álbum de estreia do Chickenfoot, lançado no início de junho, estreou como número 4 na parada pop americana e número 1 na parada de música independente. Conservou sua posição na parada pop na semana seguinte, caindo para 7o na semana mais recente.

Fonte: Portal IG

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Chuck Berry em BH (21/08/09)

Uma das maiores lendas vivas do rock mundial, artista com mais de 80 anos confirmou sua apresentação na capital mineira. Ela será exatamente no dia 21 de agosto de 2009 no Chevrolet Hall. Para quem gosta da história da música e do Rock não pode perder esse show, Chuck Berry é autor de vários grandes hits, que até hoje fazem sucesso, como Sweet Little Sixteen, Johnny B. Good e Rock and Roll Music.
Charles Edward Anderson Berry nasceu em 18 de outubro de 1926 na cidade de Saint Louis no estado norte-americano do Missouri.
Influênciado por vários nomes da época como: Nat King Cole, Louis Jordan e Muddy Waters, Chuck Berry é considerado por muitos como o inventor do rock and roll. Enquanto ainda existem controvérsias sobre quem lançou o primeiro disco de rock, as primeiras gravações de Chuck Berry, como "Maybellene", de 1955, sintetizavam totalmente o formato rock and roll, combinando blues com música country e versos juvenis sobre garotas e carros, com dicção impecável e diferentes solos de guitarra.
Hoje com quase 55 anos de carreira e mais de 50 discos lançados, entre "singles", regravações e coletâneas, vários músicos consagrados tem este grande guitarrista como ídolo, entre eles: Keith Richards, Etta James, Eric Clapton, Robert Cray e com certeza outros nomes também.
Chuck Berry com seus 83 anos ainda demonstra ter toda a energia para subir aos palcos, por isso com certeza sua apresentação no Brasil será um grande espetáculo.